The Amazon Post

Você já ouviu falar de Astroturfing. Agora lhe apresentamos o Astrotweeting. Novas evidências mostram que pessoas estão sendo pagas para twitar slogans e hashtags contra a Chevron.

O processo judicial contra a Chevron no Equador tem sido uma fraude desde o seu início, com provas fabricadas, assinaturas forjadas e uma sentença escrita em segredo. Steven Donziger e seus associados também tentaram usar uma campanha de pressão pública para forçar a Chevron a entrar em um acordo com eles.

Nas últimas semanas veio à tona que atividades contra a Chevron não passavam de artimanhas pagas e falso ativismo.

Isso nos leva à pergunta: O que #ToxicEffect, #GreenHope, Eric Cantor e o filme 8 Seconds têm em comum?

Resposta: Todos são tópicos que estão sendo twitados por “pessoas” que também estão espalhando mensagens anti-Chevron no Twitter. Mais de 200 contas twitaram mensagens anti-Chevron no mesmo período com a hashtag #ToxicEffect. Todas elas também twitaram em 24 de junho sobre o filme 8 Seconds, de 1994, estrelado por Luke Perry e Steve Baldwin. E cada uma dessas contas twitou sobre Eric Cantor no dia 13 de junho. Coincidência? Altamente improvável.

Este recente empenho apenas contribui para a crescente lista de casos já expostos como sendo de falsas encenações pagas:

Falsos manifestantes em Nova York: Grupos de ativistas como Amazon Watch e ToxicEffect e líderes políticos do Equador se uniram na promoção do “Dia Internacional Anti-Chevron”,   realizado em 21 de maio, incentivando pessoas em todo o mundo a protestar contra a Chevron. Eles afirmam que eventos como o realizado em Nova York são um exemplo de uma condenação mundial da companhia. O que eles não dizem é que uma empresa de produção de elenco com sede em Nova York, a NYCastings, foi contratada por um grupo ativista chamado ‘Chevroff’ para oferecer US$80 para “figurantes” e US$200 para os “atores principais” atuarem como manifestantes anti-Chevron a fim de criar vídeos de propaganda, os quais tentam retratar o protesto como um evento real em vez de uma encenação paga.

Falsos manifestantes em Texas: Como Paul Barrett da Bloomberg Businessweek reportou recentemente, a Reunião Anual de Acionistas da Chevron, realizada em 28 de maio, em Midland, Texas, também atraiu manifestantes falsos que ganharam US$85 cada um para agitar cartazes e gritar slogans. Esse protesto foi organizado pela empresa de relações públicas da República do Equador, a MCSquared, e por uma produtora de filmes de Los Angeles, a DFLA Films, em nome da ‘Chevroff’, um grupo ativista que apoia o Equador.

A campanha fraudulenta contra a Chevron continua a ser nada mais do que uma fraude bem financiada.

Em uma recente moção apresentada no Tribunal Federal dos Estados Unidos para o Distrito Norte da Califórnia, a Chevron delineou o amplo envolvimento da República do Equador no caso fraudulento contra a companhia.

O documento foi apresentado em um procedimento judicial no qual a República e os Demandantes de Lago Agrio buscam evidências da Chevron para usá-las no julgamento de Lago Agrio e nos processos de arbitragem internacional. Com base nos últimos acontecimentos, incluindo as recentes comprovações de atividades fraudulentas e de extorsão determinadas pelo Tribunal Federal dos Estados Unidos para o Distrito de Nova York, a corte afirmou em que estava preocupada de que autorizar a busca de evidências seria apoiar uma fraude nos tribunais. A corte pediu às partes que informassem sobre o problema.

Em sua apresentação, a Chevron detalhou o envolvimento do governo do Equador no caso, incluindo que:

· O Equador apoia ativamente a campanha de pressão extorsiva de Donziger contra a Chevron.
· O Equador envolveu-se em ações destinadas a ocultar provas contra os demandantes de Lago Agrio, incluindo vídeos publicados pela Chevron que mostram Donziger e sua equipe conspirando para cometer fraude.
· O presidente do Equador, Rafael Correa, deixou claro seu apoio aos demandantes de Lago Agrio e demonstrou sua vontade de fazer o que fosse necessário em todos os níveis de governo, incluindo o judiciário, para essa causa.
· O Equador tem desrespeitado ordens emitidas pelo painel arbitral internacional, o que levou o mesmo a emitir ordens posteriores que determinaram que o Equador estava violando o direito internacional.

A moção completa pode ser encontrada aqui.

Este vídeo dá um panorama da recente decisão de um tribunal dos EUA que declarou que o julgamento contra a Chevron Corp no Equador é produto de fraude e inexecutável no país norte-americano.

Tem sido exposta a tentativa do grupo Toxic Effect de interromper a reunião anual dos acionistas da Chevron ao promover uma hashtag no Twitter a um custo de US$200 mil. Esse grupo se propõe a “lutar juntos para o bem-estar do nosso planeta”.

De acordo com o grupo de defesa equatoriano ClearWater, que recebeu apoio financeiro da Rainforest Action Network e apoio promocional do grupo Amazon Watch, esses US$200 mil poderiam ter sido utilizados para financiar:

• 133 novos sistemas de água para as famílias que vivem na Amazônia, incluindo materiais para a construção, transporte e mão-de-obra.
-ou -
• Monitoramento da qualidade da água e segurança de 4 mil sistemas de água potável
-ou -
• Centenas de conjuntos de ferramentas para que técnicos locais instalem e mantenham os sistemas de água, realização de numerosas oficinas para as comunidades sobre qualidade da água e a sua manutenção, e financiar um grande fluxo de transporte fluvial de materiais necessários para instalação dos sistemas.

 

Para colocar estes números em perspectiva, o grupo ClearWater construiu 290 sistemas de captação de água da chuva em seis comunidades do Equador até o momento, de acordo com seu website. O Toxic Effect, que provavelmente é financiado pela República do Equador, optou por gastar esse dinheiro em uma ação nas mídias sociais ao invés de dar acesso à água limpa para 133 famílias equatorianas.

A Chevron Corporation anunciou hoje que chegou a um acordo com o escritório Patton Boggs LLP, uma firma de lobby e advocacia com sede em Washington, DC. A Chevron havia formulado pedidos contra o Patton Boggs perante uma corte federal dos Estados Unidos por seu papel em uma ação judicial contra a companhia no Equador. No acordo celebrado hoje, o Patton Boggs solucionou essa disputa, se retirando do litígio fraudulento no Equador, emitindo um comunicado de arrependimento, cedendo seus eventuais benefícios com aquela ação para a Chevron e efetuando um pagamento de US$15 milhões à companhia. A Chevron, por sua vez, concordou em dar quitação de todos os seus pleitos ao Patton Boggs e seus sócios.

“Estamos satisfeitos que o Patton Boggs está terminando sua associação com o esquema de litígio fraudulento e extorsivo do Equador. A Chevron detalhou suas acusações contra a conduta do escritório Patton Boggs em seu pedido reconvencional e o acordo de hoje acaba com este litígio. A Chevron incentiva que outros envolvidos se dissociem dessa fraude”, disse Hewitt Pate, vice-presidente e diretor jurídico da Chevron.

Em 4 de março de 2014, o Juiz Lewis Kaplan, da Corte do Distrito Sul de Nova Iorque, Estados Unidos, decidiu que a sentença de US$9,5 bilhões contra a Chevron no Equador foi o produto de uma atividade de fraude e extorsão, considerando-a inexequível nos Estados Unidos e responsabilizando o advogado norte-americano Steven Donziger por violações à lei RICO. O escritório Patton Boggs começou a trabalhar com Donziger e com os Demandantes de Lago Agrio no início de 2010 em troca de uma participação financeira na sentença equatoriana. Patton Boggs também apresentou, em nome próprio, três ações judiciais separadas contra a Chevron nos Estados Unidos. Todas as reivindicações feitas pelo escritório de advocacia contra a Chevron foram rejeitadas por tribunais federais dos Estados Unidos. Em 31 de março de 2014, o Juiz Kaplan deferiu o pedido da Chevron para apresentar reconvenções contra o escritório Patton Boggs no que se refere ao papel daquele escritório no processo equatoriano e aos litígios relacionados contra a companhia petrolífera. O acordo de hoje resolve essas reconvenções.

Ao resolver esse assunto, o escritório Patton Boggs transforma-se na mais recente parte, entre muitas outras, que se dissociaram de Steven Donziger e dos Demandantes de Lago Agrio. Durante o recente julgamento da ação de fraude e extorsão contra Steven Donziger, que durou sete semanas, houve mais de uma dúzia de antigos parceiros e aliados que testemunharam contra ele, incluindo um advogado que atuou em conjunto com Donziger, ele consultores ambientais, financiadores, funcionários e seus colaboradores equatorianos.